“Os marxocoisos defendem o patriarcado na sua forma mais dominante”, ou “Uma pequena conversa sobre Bernie, outro defensor de assassínio em catadupa”, ou “A incoerência crónica da Esquerda: parte DLII: a continuação do mais do mesmo”

Este homem é patibular.

E assassino também.

Este sim, pode ser visto como responsável pela eliminação direta e intencional de quantas vidas inocentes forem possíveis.

A conversa começou a ser interessante, diferentes pontos de vista, um deles mais conservador, o que é sempre perfumado, mas depois, não necessariamente na sua dimensão temporal, há as frases como “controlar o seu corpo” e tal. Vamos parar aqui e trazer o patriarcado à equação.

É que ele ha coisas… Haverá algo mais patriarcal, opressivo, controlador, tóxico, e mais sei lá o quê, que dizer coisas como “acho que as mulheres devem poder controlar o seu corpo”? Pensem nisso!

Quer dizer, os marxoleninistalinicastriguevaricoisos andam aí a lutar para acabar com a ideia de familia e da escravatura ideologica e prática que ela implica, mas depois acham que controlar a vida de alguém ao ponto de a matarem por direito de propriedade é, precisamente, um direito! E viva a escravatura novamente! Mas desta vez sob a suposta proteção da placenta.

E reparem que estamos, realmente, a falar de assassinar alguém sobre quem se reclama a posse total, ao ponto de se dizer que um corpo que está dentro do seu corpo e que obviamente não é o seu corpo, usando aqui o possessivo num sentido não de posse mas de existência, pode ser dispensado da sua própria vida por um simples capricho, porque é o seu corpo, aqui o possessivo é de posse, e por isso se pode exercer domínio sobre ele.

Se fossem gémeos, teria de se falar de “controlar os seus corpos”, o que já não seria nada conveniente, já que transmitiria a verdadeira ideia de que há mais corpos envolvidos do que apenas o da mulher, mãe não dá para chamar, que quer matar o filho que é sua possessão. E isto é o pináculo da civilização!

E sim, eu sei que a expressão “controlar o seu corpo” não pretende referir-se à relação de posse entre mulher e filho, mas como a lógica biológica assim o exige, assim o trato.

E poupem-me aos comentários absurdos e demagógicos a puxar à lágrima sobre casos em que uma mãe, aqui já consigo usar o substantivo, está num estado de desespero tal que, sem saber bem o que está a fazer, pensa que matar um filho lhe vai trazer paz. Num caso desses, não acho que a mulher em causa deva ir ver nascer o sol aos aos quadradinhos, se a expressão ainda fizer sentido nos dias que correm.

É como quando me falam em hermafroditas no contexto de dar a liberdade às crianças para escolher a casa de banho a que querem ir. Meu irmão DJFP (ele sabe quem é), esta foi para ti!

Argumentar nestes termos é, bastante literalmente, legitimar o roubo de uma televisão para que se possa ver a final do campeonato com a justificação de que há quem roube um pão porque não tem com o que alimentar um filho.

Enfim. Já estou a terminar.

Há também os maravilhosos pensamentos da Woopinha, como quando diz que eugenia não tem a ver com minorias. Ai não? Só para rir! O síndrome de dawn não conta? Os Judeus? Olha…

Vão perguntar à santa fundadora da Planned Parenthood o que ela pensava sobre o assunto!

#berniethemassmurdererpleasestoppromotinmassmurder

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